Como viver na Costa Rica depois de aposentado


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Há um cumprimento entre os costarricenses que resume bem o estado de espírito de quem vive naquele país: pura vida.

“Olá, tudo bem?”, pergunta um amigo. “Pura vida”, responde o outro.

O país é bonito por natureza e abençoado pela decisão estratégica de não ter exército desde os anos 1940. Os recursos que seriam direcionados para os aparatos militares foram investidos em educação e hoje os costarricenses se orgulham de ter mais professores do que policiais em suas terras.

O país mais tranquilo da América Central, com uma população de menos de 5 milhões de habitantes, ocupa com uma certa frequência os primeiros lugares nos diversos rankings de qualidade de vida. Assim, não é de admirar que a Costa Rica habite o imaginário de muitas pessoas como o paraíso na terra.

Daí que cada vez mais aposentados de todo o planeta tem começado a descobrir este destino.

“Primeiro foram os americanos, depois vieram os canadenses e agora muitos europeus também”, diz o cônsul da Costa Rica, Alexander Fallas.

O país é belíssimo, com vistas para o Atlântico e Pacífico e belas montanhas pelo caminho. “É possível tomar café na praia e jantar na montanha”, diz o cônsul.

Não é necessário visto para entrar na Costa Rica. E para os aposentados que querem imigrar é preciso comprovar uma renda mínima de US$ 1 mil, seja de um plano privado de aposentadoria ou mesmo do INSS (ao câmbio atual o teto do INSS está acima deste valor).

Segundo Fallas, depois de entregue a documentação, é rápido o processo para a troca do visto de turista pelo de permanência.

Veja a seguir mais detalhes:

 

 

 

 



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